Redação solicitada pelo Prof. Marcio G. dos Santos aos alunos do 3º termo de Administração da Ajes, sobre a Palestra apresentada pela Dra. Denise Torres Molina, no Senai/Juina em 03/12/2009.
Tema: Inclusão Social – Acessibilidade – Lei nº 10.048/2000. “Condições básicas para inclusão social das pessoas com deficiência ou que tenham necessidades especiais.”
No Brasil há aproximadamente 24,6 milhões de pessoas com deficiências, correspondente a 14,5% da população, número este, que nos faz pensar, será que precisa se criar uma Lei para nos conscientizar da importância deste tema?
As deficiências são divididas em: Deficiência Física, intelectual, autiditva (abaixo de 40 decibeis), visual e múltipla (quando a pessoa possui mais de uma deficiência). Cada deficiente tem um comportamento característico, por isso é importante conhecermos mais sobre este tema, para podermos entendê-los e interagir com eles.
Foram expostas também algumas das dificuldades que os deficientes enfrentam na sociedade, como devemos abordá-los, como tratá-los e o quanto é importante estarmos derrubando as barreiras e nos aproximando destas pessoas e aprendendo a nos comunicar com eles. As principais barreiras enfrentadas pelos deficientes são:
• Barreiras arquitetônicas: problemas com o ambiente físico das construções, tais como: rampa para cadeirantes muito inclinadas ou sem cobertura anti-derrapante.
• Barreiras de comunicação: a maioria da população não entende linguagem de sinais, não sabe como conduzir um cego, etc.
• Barreiras de atitudes: essa é a mais importante, pois se perguntarmos para as pessoas sobre esse tema, provavelmente todos responderão que concordam que devemos tratar com igualdade o deficiente, pergunta-se: o que fazem para demonstrar isso e viver isso no dia-a-dia? Se não fazem nada, então que diferença faz concordar ou discordar?
• Barreiras de acessibilidade tecnológica: são barreiras causadas por adaptação de softwares com programas para cegos, adaptadores para teclados, etc.
Referente ao art. 93 da Lei 8.213/91 (Plano de Beneficio da Previdência Social), conhecida como “Lei de Cotas”, temos que observar que mais importante do que darmos emprego para o deficiente e´ aprendermos a nos comunicar, interagir e conviver com eles, para que não se sintam pessoas isoladas e excluídas dentro do seu próprio trabalho. O isolamento faz com que os deficientes desanimem e parem de trabalhar, afinal quem quer trabalhar em um lugar em que as pessoas só cumprimentam na entrada e se despedem na saída, por mais legal e compreensiva que as pessoas possam ser, comunicação é essencial.
Acredito que um profissional que possa unir a sua profissão ao fazer o bem estar social, caridade, cidadania, cumpre a Lei e alcança realização pessoal, pois todos deveriam se perguntar: O que eu devo fazer dentro de meu ambiente trabalho, familiar, escolar, entre outros, para sensibilizar os que estão a minha volta para este tema tão importante?
Infelizmente levará muito tempo até que a maioria das pessoas tenha consciência do quanto é gratificante vivermos todos em igualdade, amor e respeito.
Aluna: Clarice Dittmann
PSAI - Surgiu pela necessidade que o SENAI identificou por partes das Empresas Industriais, que para cumprir um dispositivo legal,(lei 8.213/91) precisam estar inserindo em seus processos produtivos pessoas com deficiências. O SENAI-MT: Prover soluções para as Empresas, Indústrias, incluindo os alunos em seus processos de Educação Profissional capacitando, para possibilitar a INCLUSÃO no mundo do trabalho.
CONTATO:Unidade de Desenvolvimento em Educação Inicial e Continuada – UEDE
Denise Torres Molina
Inclusao.uede@senaimt.com.br
65) 3611-1560
